Para quem lá esteve presente naquele longínquo ano de 96 nas ilhas reunião o título não peca por pretensioso. Consta até que o ambiente no ar era pesado, quase eléctrico -e não era para menos- pois o que se fazia ali não era somente bodyboard: era história! O jovem tigre enfrentava novamente o velho leão e todo o mundo como testemunha sabia que o desfecho seria solene, definitivo. Mike apostava todas as suas vidas naquele ano e tamega lutava pelo trono como ninguém o havia feito no bodyboard até ao momento. O drama do momento é óbvio e atravessa algumas cenas na filmagem. Tamega venceu por escassas décimas e embora o resultado tenha sido seja controverso, o sentido da história não: estava destinado a acontecer.
No mesmo ano mike stewart abandonaria a competição, o critério de julgamento e o sentido estético cambiariam definitivamente por uns anos. Quem diz que um heat não faz girar o mundo?
PS: não deixem de ver
os heats dos quartos. É uma lição de como surfar uma onda num bodyboard, especialmente as do spencer skipper. Mesmo tendo sido há 14 anos atrás, o bom bodyboard será sempre o mesmo.
Notável, para mim é como o bodyboard de topo evoluiu. As manobras são mais explosivas, é tudo mais rápido. E isso tera muito que ver também com o material. As pranchas daquele tempo eram barcos moles comparadas com os foguetes de PP e stringers e canais que hoje se usaria ali. O outro aspecto a ter em conta é ver como estes senhores se adaptaram aos novos tempos. Mike, GT e Skipper ainda aí andam e a surfar mais que muito imberbe.
ResponderEliminarrolo, rolo, rolo, 360º , rolo ....
ResponderEliminarinvertido, rolo, rolo, rolo, 360º. ainda bem que evoluiu quiase que adormecia a ver aquilo.
vocês os dois - o Carlinhos já é tradição - só dizem merda.
ResponderEliminarse fosse actualmente o Mike ganhava este heat disparado.
ResponderEliminarPrimeiro porque hoje em dia contam as 2 melhores ondas e não 3 como na altura, depois porque o critério dos juizes está muito mais sensivel à linha de onda e perfeição técnica.
Mas entanto, o valor e o dominio competitivo do Guilherme nos anos que se seguiram é indiscutível.
E ele próprio veio a ser vitima dos juizes por exemplo na final do Pipeline de 2007. Deu show e merecia o 1º de longe
Faltava referir isso, Bernardo. Não a questão do julgamento, que não gosto de me pronunciar sobre isso sem conhecimento (tenho de fazer um curso da FPF um dia destes), mas a fluidez e linha de onda do Mike são inconfundíveis. Nos anos 90 como agora.
ResponderEliminarse não fosse o estatuto que tem, o mike hoje nem ao pitaça ganhava.
ResponderEliminarE o Carlinhos é que diz merda? Really?...
ResponderEliminartu não tinhas prometido deixar este blog em paz?
ResponderEliminarConfesso: quando vejo certos comentários, sofro daquele síndrome tuga de abrandar para ver o acidente rodoviário da outra faixa.
ResponderEliminaro domínio no pockect da onda por parte do mike é qualquer coisa. falta à grande maioria da new gen isso.
ResponderEliminarA onda tambem não estava a ajuda muito....
ResponderEliminarE é natural que o Mr Charles visite a sua menina, que será sempre dele também!
Obrigado Tiago. Mas nem devias dar-te ao trabalho...
ResponderEliminarAbraço
Aquela onde nunca ajuda...por isso é que se realizam campeonatos de surf lá...
ResponderEliminarquem me dera uma ondinha assim que não ajuda nada.. um autentico paraiso! os comentadores portugueses estão a habilitar-se ao papel de maiores clowns do universo.
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