18 Abril 2014

Surf: E agora o que fazes?


Esta é a questão que qualquer surfista tem em mente ao ver esta foto. É com este teaser que o big rider Mark Visser lança o seu livro "Top Ten Surfing Tips".

O  experiente bigrider partilha toda a sua experiência de surfar e sobreviver em ondas grandes aqui. Recordamos também um clip sobres este assuto por parte do Amaury Lavernhe aqui

Estás pronto para o próximo nível?

GANDA MALUCO - bodyboarder surfa barragem



Um bodyboarder inglês foi notícia pelas piores razões... Foi surfar uma barragem em Cornwall... Segundo o jornal The Telegraph trata-se até de um crime, dado que não é permitido nadar naquele local, nem tão pouco frequentá-lo.

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Pic: Inspira-te


A bela e perigosa Ilha Mãe!

17 Abril 2014

Sal sonoro... e gasoso também: Calavera e Manya


Já cheira a verão, a festa, calor e a intermináveis noites de magia. Sabe bem sentir o por-de-sol comprido ao som de Calavera e Manya


New: L Point e São Torpes com acesso mais facilitado

Foto: AlexandreW

No intuito de promover o turismo de ondas, reforçando a troca económica e criando postos de trabalho, o PdS informa que os grandes spots da costa alentejana L Point e São Torpes tem acesso mais facilitado.

Os utilizadores dos ferries que fazem a travessia Setúbal-Tróia já podem efetuar o pagamento através do novo serviço de Via Verde, que foi inaugurado, recentemente, em Setúbal.

"O condutor do veículo terá apenas de indicar o tipo de viatura e o número de passageiros num painel colocado nos acessos aos ferries, nas duas margens do rio Sado", contou Luís Pinheiro, da Via Verde, em declarações à Lusa.

A onda L-Point é uma onda perfeita para treinar manobras aéreas e as ondas para a esquerda.  Situa-se entre São Torpes e Porto Côvo, numa das estradas mais lindas de Portugal. Não é bem um secret spot, até porque já houve campeonatos de ondas.

Re-Post: Afinal há quantos anos fazes bodyboard?


Um dos melhores textos que já li sobre Bodyboard, uma história do Bodyboard Português que vale a pena ler. Está bem escrito e bem contado, merece destaque!

Nunca soube responder com exactidão à pergunta. “Afinal há quantos anos fazes bodyboard?” Lá por casa, guardo a primeira prancha que tive – uma luxuosa Easyrider que hoje me fica bem abaixo da cintura – assim como guardo a segunda: uma Mach 7-x, já bem usada quando a comprei por 15 contos. Sim, comecei a fazer bodyboard bem antes da época do Euro, bem antes dos modelos de prancha carregados de upgrades inúteis. Comecei a fazer bodyboard no liceu, quando o Tâmega já era tão odiado como temido pelos ‘kings of cool’ australianos e quando o Mike Stewart, naturalmente já venerado, ainda era candidato a mais títulos mundiais. Assisti ao desporto conquistar o seu espaço – alguém se lembra de ver Bodyboard na brasileira Fluir? – de ver nascer a Bodyboard Portugal, que depois foi BB Portugal e Vertical e, finalmente, Vert. Lembro-me de ver no Rodrigo Bessone e no Paulo Costa os maiores do desporto, lembro-me dos primeiros brilharetes em Pipeline e de ver a Dora Gomes como rainha. Também vi a Rita Pires e a Catarina Sousa a chegarem e conquistarem o trono naquele que terá sido, os senhores que me desculpem, o melhor duelo da história do Bodyboard nacional. Não, não sou velho o suficiente para estar senil e me ter esquecido do delicioso Hugo Pinheiro Vs Manuel Centeno, mas esses ainda não enterram o (saudável) machado de guerra e continuam a ser – digo-vos eu que levo muitos anos disto – os melhores dos nossos.
Continuo sem saber a resposta exacta, mas sei o que sempre respondi quando alguém me perguntava pelo bronze a meio do inverno ou pelas noitadas canceladas pela necessidade de acordar cedo ao Sábado – “Não faço surf, faço bodyboard”. Também houve alturas em que ia avisando: cuidado que o Bodyboard está a crescer, já andam mais que os rapazes do surf, cá em Portugal somos mais e melhores que os surfistas. Hoje, tristemente, mudou tudo. A resposta certa andará entre os 15 e (tragicamente) os 20 anos de esponjinha na água, com exactidão apenas posso dizer que são temporadas suficientes para ter visto o desporto ganhar espaço, quase abandonar o estatuto de ‘marginal’, quase a chegar a profissional e, subitamente, a estagnar.
Fomos notícia esta semana. Dentro ou fora de água, seja a acertar tubos inacreditáveis na esquerda mais mediática do país ou a puxar pela indústria nacional, um dos nossos melhores bodyboarders acertou uma manobra bem no ‘lip’ do campeão do Mundo de surf que, em praia alheia, chegou, dropinou e ainda se iludiu ao achar que podia gozar com quem tinha perdido a onda. Foi falta de informação. Alguém devia ter informado a estrelinha que por ali há uma trupe local que não é propriamente conhecida por ser hospitaleira. Teve sorte. Não sendo local, nem amigo dos ditos, conheço-os o suficiente para saber quem são e poder dizer que Parkinson teve sorte. É certo que dropinou um dos senhores do pico, mas nem de perto nem de longe, dropou o mais agressivo e eu, sem esforço, consigo imaginar dois ou três que não teriam sido tão meigos na resposta ao roubo. Por pontos que, sejam lá quantos forem, já levo anos suficientes disto para saber que o tema é sensível. 1, não sou local de lado nenhum por opção; 2, não acho que a violência seja solução; 3, respeito para ser respeitado em qualquer praia onde vá; 4, não sou por norma dropinado, não que acerte ARS monstros, mas porque as horas no lineup me ensinaram que respeitando se é respeitado. Certo é que esta semana o Bodyboard conseguiu o que raramente consegue – ser notícia, ser falado e comentado por quem acha que fala de um desporto de meninos. No limite, esta semana, o desporto foi comentado por quem o pode tornar verdadeiramente viável – o público mainstream.
Mas não foi o, bem dado, açoite ao Parkinson que me trouxe aqui. Foi o Saca, o Vasco Ribeiro, o Frederico Morais, um puto que, confesso, nem sabia que existia – Francisco Alves – e o monstruoso circo que por estes dias anda pela praia a que gosto de chamar ‘casa’. Vi o Mundial de surf explodir, tornar-se num enorme circo de vaidades, com artistas pagos a autocolantes, vi o nível bípede na água disparar. Era eu puto e o desporto dos ‘maus’ era chato, limitavam-se a subir e descer na parede das ondas, regozijavam com a água levantada e tratavam cada tubo como se fosse único. Um tédio para quem via o Eppo voar, o GT completar drops impossíveis ou o Stewart dormir dentro de tubos – não falo do Ben Severson para não me encaixotarem no departamento dos jurássicos. Hoje tudo mudou. Os bípedes surfam ondas tão quadradas como as de Mitch Rawlins, voam tão alto como o Hubbard e surfam tão bonito como o Ben Player. Pior, conseguiram chegar aqui de forma a poderem oferecer aos seus atletas as condições para que aprimorem a sua arte. Nós? As últimas notícia que tivemos da Austrália foram que o Damian King se tinha transformado em agente imobiliário e que o Ryan Hardy tinha aberto uma escola. E se isto não é pecado, não sei o que será.
Por cá, continuamos entre os melhores do Mundo. Basta ver a qualidade dos filmes produzidos, as ondas que Pinheiro, Centeno ou o Faustino continuam a surfar ou a quantidade de malta que todos os fins-de-semana chegam de pés-de-pato ao pico. Mas sempre fomos demasiado pequenos para ter um mercado capaz de sustentar um desporto que se quer global e nunca fomos capazes de contrariar os disparates que se vão fazendo. Da mesma forma que nenhum português podia ter impedido o Tom Morey de vender as pranchas à Matell, convenhamos que dificilmente algum poderia tomar de assalto a IBA, essa criminosa organização incapaz de reunir patrocinadores para a etapa de Pipeline, definir as etapas de um mundial ou, sequer, manter um site minimamente actualizado.
De repente, vejo que o Surf tem uma trupezinha capaz de, por cá, mudar a cara do desporto. Onde andou o Saca, podem chegar o Vasco, o Francisco e o Frederico. Com sorte, ainda lá pode chegar o semi-tuga Von Rupp. E nós? Os nossos não só deixaram de ter condições para aprimorarem a sua arte como deixaram de ter uma meta a atingir. Para quê torrar fortunas na qualificação para um Mundial que ninguém vê? Se no free surf mantemos a forma, na competição dificilmente o campeonato nacional que, por milagre, alguns casmurros insistem em conseguir montar fará a diferença. O desporto está, na melhor das hipóteses, estagnado, parado num perigoso agueiro que ameaça tornar o Bodyboard, que já foi o desporto de ondas mais progressivo do Mundo, num entediante exercício de rever manobras e estilos surf há muito conhecidos. Estou velho e pessimista? A ver mal e a falhar na análise? Espero que sim. Mas façam um exercício. Vejam um vídeo do Saca no primeiro ano de tour e agora um do Frederico Morais. Vejam o delicioso resumo da etapa no Fronton em 2011 – aquela que acabou com o Pierre a celebrar o caneco – e tentem ver qualquer uma das etapas deste mundial. Quem evoluiu? De portugueses não há sinal e os candidatos são três campeões do Mundo. Coincidência ou consequência de um desporto se deixou apanhar por um agueiro que impede gente nova de chegar ao pico?

Fonte: Aqui

16 Abril 2014

New: Mãe de vítima e surfistas identificados no Meco



Replicamos esta notícia do DN por não entendermos as razões de tal "identificação". Dois surfistas e a mãe de Tiago Campos, uma das vítimas, contrariaram ordens da Polícia Marítima e lançaram coroa de flores ao mar.

A homenagem que os pais dos seis jovens estudantes da Lusófona, que morreram na praia do Meco a 15 de dezembro, promoveram ontem para assinalar os quatro meses sobre a tragédia, ficou marcada pela identificação de Anabela Pereira, mãe de Tiago Campos, e de dois surfistas, por terem lançado flores ao mar, contrariando as ordens da Polícia Marítima. Os outros pais optaram por obedecer e não chegaram a entrar no areal.

Independentemente do que é que aconteceu, se foi um acidente ou se um homicídio, a verdade é que foi impedida uma homenagem fúnebre, algo que se fosse noutro local seria completamente normal. Não houve qualquer circunstância impeditiva (perigo de vida).

New: Drone para Profissionais



New: GT invade EUA


Yep, um grande carregamento do GT está pronto para invadir os EUA, America Central e Caraíbas... Aqueles que apelidaram de "Máquina", está em alta! 

Cape Fear - a história mal contada da onda roubada aos bodyboarders


Ainda não tivémos tempo de traduzir, mas leiam e vejam a história sobre a onda "Ours" roubada aos bodyboarders. "Todos podem surfar a onda menos os bodyboarders, porque eles são muitos e porque têm Shark Island"




http://www.redbullcapefear.com/news/video-the-history.html


15 Abril 2014

Competições Memoráveis - THE BOX PRO 2011



Existem eventos competitivos memoráveis e o IBA Bodyboarding THE BOX PRO 2011 é um deles! Ryan Hardy venceu o evento que, para além de ser a sua "casa", apresentou um mar de gala. Na meia final tinha batido o Mark McCharty e na final o brasileiro Magnos Passos Oliveira.

O vídeo da final teve muito sucesso, tendo sido inclusive inserido no canal Redbull TV. A história do bodyboard competitivo pode ser curta, mas é rica em eventos.

Quando recordamos o passado e ficamos empolgados é porque valeu a pena. Apesar do trambolhão da IBA em 2013, a verdade é que a IBA proporcionou bons momentos competitivos.



This is Serious Bodyboarding: Passion Pits



Source: http://ricardomiguelvieira.com/works/passion-pits/

Os Dropinanços (here we go again)


O título é só para chamar a atenção de que os dropinanços são uma questão polémica em todo o mundo, principalmente na Califórnia.

Desde 1986 existe uma regra municipal que proíbe o uso de pranchas de surf, bodyboard e skimboard na famosa onda The Wedge, das 10h00 às 17:00 ente 1 de maio a 1 de outubro. A regra foi imposta devido ao imenso crowd que se fazia juntar e por razões de segurança dos desportistas e dos próprios banhistas a regra foi imposta.

No mês de fevereiro esteve em discussão no Conselho Municipal da cidade de Newport Beach a alteração daquela regra, tendo sido muito discutida. Houve quem sugerisse dias alternativos para cada modalidade, mas tudo em vão porque os pedidos de alteração das regras foram vetados.

Nos EUA, principalmente na Califórnia, a segurança nas praias e ondas é um assunto muito sério e caso algum rider infrinja a regra é multado e poderá até ser detido pela polícia.

14 Abril 2014

Press: Ride It! edição 51 - Nova Era


"Estamos chegando aos 18 anos de revista Ride It!, os anos passam e a estrada é longa.
Passamos por paisagens diversas de um país continente chamado Brasil, praticamente de ponta a ponta e ainda não conseguimos registrar todo litoral tupiniquim por completo...
Nesse meio tempo não poderíamos deixar de mostrar as belezas do velho continente, da terra do tio Sam nem das maravilhas asiáticas e australianas... e ainda nos falta muito por mostrar.

Essa é a missão da revista Ride It!, apresentar os picos ao redor do planeta, como se comportam os praticantes do bodyboard e a comunidade, as diferentes culturas e crenças, cores e formas.
Durante muitos anos eu (Elmo Ramos) me empenhei em desenhar as paginas, o layout da revista, dando o melhor que eu pude fazer, com relação a design. 

Para comemorar essa "maioridade" da Ride It!, convidamos o designer gráfico e bodyboarder master, o legend Daniel Bassanesi, para se ocupar dessa função, trazendo o frescor, o traço forte, a linha colorida e a força editorial que a revista precisava para ganhar esse status. Com certeza está em boas mãos e sugiro que agarrem forte nas bordas de seus bodyboards que lá vem chumbo-grosso de agora em diante.

As fotos dessa edição também foram selecionadas por Bassanesi, passando por uma pré-seleção de nosso editor de fotografia Mauricio Drunn, tambem autor da maioria das fotos da matéria do Hawaii e todas de Puerto Rico.
Destacamos a matéria "2 passos do Paraíso" que mostra a primeira vez de bodyboarders fissurados em adrenalina em nossa esmeralda do Atlântico, Noronha... Entrevistas com o DK rider chileno Michel Copetta e do legend carioca Marcos BamBam Nascimento, que conquistou o espaço com uma bonita e exemplar lição de vida.

Tudo isso e muito mais na edição de numero 51, nosso número da sorte da revista mais resistente do mundo. "

Elmo Ramos, editor e CEO Ride It!

Surf: Normal People (atenção aos sensíveis)



New; Marli Dunn faz Bodyboard com o braço partido...


Um jovem estrela em ascensão com um estilo impecável e técnica apurada. Basta ver a maneira com se põe em cima da prancha para perceber o talento que tem, é um pouco como nós Portugueses percebermos quando um puto sabe jogar à bola.

Até aqui tudo bem, mas ver o Marli a fazer isso tudo com o braço partido... 
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